segunda-feira, abril 06, 2020

Covid19 é uma arma biológica

Fui intimada por dois teens alienados a provar que o covid é uma arma biológica.
Comecei fazendo este apanhado de notícias e links para provar meu ponto, Ainda faltam muito assuntos, mas eu sei que os dois bobocas nem vão se dar a pena de ver tudo então vai assim mesmo, estado bruto, sem edição e sem estar completo. Cansei e tenho mais o que fazer.
Obviamente não tenho provas do corona ser uma arma biológica. O que tenho? Indícios, muitos indícios.
Como saberei estar certa? Não saberei, primeiro porque não tenho este poder e segundo porque a China comunista controla tudo e todos em seu território.
Vamos por partes:
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1o. Wuhan tem uma grande bio-indústria. Localizado em uma área apelidada de "Biolake" - conhecida oficialmente como Base Nacional de Bioindústria de Wuhan - o complexo possui seis centros: inovação em biologia, biomedicina, biocultura, dispositivos médicos, saúde médica e bioenergia.
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2o. O médico que tentou alertar o governo chinês morreu. Muito apropriado. O povo chinês se revoltou. Se tivesse só morrido de doença não teria motivos de revolta, certo?
https://www.bbc.com/portuguese/internacional-51411980

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3o. O governo chinês escondeu do mundo o surto, com a colaboração e acobertamento da OMS.
https://www.tercalivre.com.br/ministro-do-japao-chama-oms-…/

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4o. Isso custou muito caro pra Itália e Iran. Ambos tem voos diretos de Wuhan e grande fluxo de trabalhadores chineses.
https://thefederalist.com/…/iran-and-italy-are-paying-a-he…/

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5o O governo chinês expulsou jornalistas, se são inocentes, qual o problema de ter gente investigando?
https://olhardigital.com.br/…/china-anuncia-que-vai-e…/98216

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6o. Os planos de expancionismo chinês não são segredo. Querem que o século XI seja o século chinês.
https://pt.wikipedia.org/…/Iniciativa_do_Cintur%C3%A3o_e_Ro…

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7o. A China produz quase todos os remédios do mundo e chantageou a América! Olha o poder que eles tem sobre a vida e morte da população mundial.
https://www.gospelprime.com.br/china-sugere-negar-aos-eua-…/

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8o. A China produz quase 100% dos equipamentos de EPI do mundo. Mais um controle incrível sobre o mundo.
https://jornalggn.com.br/…/brasil-franca-e-canada-reclamam…/

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9o. Já são diversas epidemias mundias "surgidas" na china! Sars, Corona, H5N1, gripe asiática, gripe de Hong Kong... porque será que tantas "epidemias aparecem" num pais que sofre tanto de super população?
https://www.em.com.br/…/as-grandes-epidemias-que-ja-surgira…

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10o. O vírus chinês se originou da cidade de Wuhan, na China, e agora chegou a todos os cantos do mundo, mas esse vírus não atingiu a capital da China: Pequim e a capital econômica: Xangai, perto de Wuhan. Por que?
Pequim é a cidade onde todos os líderes da China vivem, os líderes militares moram lá, aqueles que controlam o poder da China moram lá, e Pequim não foi fechada, não entrou em quarentena, não entrou em lock-down. Está aberta! O vírus chinês não tem efeito lá. Por que?
Xangai é a cidade que administra a economia da China, é a capital econômica da China, lá vivem todas as pessoas ricas da China! Aqueles que mantêm a indústria funcionando. Não há bloqueio lá, a vírus chinês não tem efeito lá!!! * Por quê? *
O vírus chinês é um vírus pandêmico. Foi informado de que se deve criar pânico em todo o mundo, mas não virá a Pequim e Xangai.
É muito importante fazermos à China essa pergunta.
O vírus chinês criou terror nas grandes cidades do mundo, então por que esse vírus não chegou a Pequim? Por que não chegou a Xangai? (Stefanio de Paula)
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11o. Por Cris Nicolau: "A alta movimentação por enterros no cemitério da Vila Formosa, que é o maior da América Latina e fica localizado na zona leste de São Paulo, foi destaque no jornal americano The Washington Post, nesta quinta-feira, 2, que publicou imagem de dezenas de covas abertas para receber vítimas fatais do coronavírus. Na legenda da foto, o jornal lembrou que Jair Bolsonaro já tratou a doença como uma “fantasia”.
Qual o problema, contudo, na imagem?
Funcionários do cemitério disseram que na quarta-feira, 01/04, foram realizados 57 enterros no Vila Formosa. Qual era o número normal antes da epidemia? Cerca de 40 (https://veja.abril.com.br/…/covas-abertas-em-cemiterio-de-s…
).
O Cemitério da Vila Formosa é nada mais, nada menos que simplesmente O MAIOR CEMITÉRIO DA AMÉRICA LATINA e o SEGUNDO MAIOR DO MUNDO.
Existem mais de 1,5 MILHÃO de pessoas sepultadas ali
NÃO SE ENTERRA O CADÁVER INFECTADO COM COVID-19! Um cadáver que esteja com covid-19 é considerado um MATERIAL DE ALTO RISCO BIOLÓGICO pela Anvisa e deve ser cremado!
(https://oglobo.globo.com/…/coronavirus-anvisa-recomenda-cui…
)
"Um jornalista que exibe uma imagem de dezenas de covas abertas e, logo depois, pede para você não se desesperar é, na falta de palavra melhor, seu inimigo. Ele deseja o seu mal. Ele se nutre de seu desespero."
Claramente além da campanha internacional anti-bolsonaro há uma intenção clara de criar pânico. Por quê?
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12o. Porque a mídia não destaca a obvia cura encontrada para tranquilizar a população?
BONS RESULTADOS DA HIDROXICLOROQUINA NOS EUA
O eterno prefeito de Nova York🇺🇸 Rudolph Giuliani entrevistou o médico DR. ZELENKO que já tratou cerca de 500 pacientes com corona usando hidroxicloroquina + antibiótico azitromicina + zinco. Resultados:
-0 mortos
-0 entubados
-3 com pneumonia, mas que devem ficar bem
Ele ressalta que quem tem menos de 60 anos e é saudável (sistema imunológico ok e sem doença preexistente) deverá ficar bem.
Por último ressalta que todo esse tratamento custa USD 20.
Legendas e mais detalhes no youtube do Embaixada da Resistência:
https://youtu.be/Epd5ekGZHVA

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Vamos ao bom senso.
Três médicos de altíssimo gabarito falaram contra o isolamento total:
1 - Dr. Osmar Terra, que trabalhou diretamente na contenção da H1N1;
2 - O japonês da USP, que foi cortado no ar, com 40 anos de experiência em medicina, que cita estudos sobre o Corona de 1985;
3 - O médico Francês, cientista que pesquisa há décadas esse negócio todo. Que testou a Hidroxicloroquila e que obteve resultados quase 100% favoráveis dela.
Agora você veja bem, quem está a favor da quarentena:
1 - Lula;
2 - Dória;
3 - Rede Globo;
4 - prefeitos e governadores esquerdistas.
O que estão fazendo para defender o isolamento?
1 - inflando os dados;
2 - falsificado certidões de óbito;
3 - fazendo terrorismo psicológico; etc.
Quais as consequências do isolamento
1 - aumento considerável do desemprego;
2 - possível desabastecimento;
3 - instabilidade política.
É difícil ver quem está certo nessa coisa?
Por Enio Vinícius Alves Marcon
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A entrevista de Didier Rauolt ao jornal Le Parisien, em 22 de março. Rauolt é um dos maiores especialistas em doenças infecciosas do mundo. A tradução é do Brasil Paralelo:
LE PARISIEN: O governo autorizou um grande ensaio clínico para testar o efeito da cloroquina no coronavírus. É importante para você ter obtido isso?
DIDIER RAOULT: Não, eu não ligo. Eu acho que existem pessoas vivendo na Lua que comparam os testes terapêuticos da AIDS com uma doença infecciosa emergente. Eu, como qualquer médico, uma vez demonstrado que um tratamento é eficaz, acho imoral não administrá-lo. É simples assim.
LP: O que você diz aos médicos que pedem cautela e estão reservados quanto aos seus testes e ao efeito da cloroquina, especialmente na ausência de mais estudos?
DT: Entenda-me bem: sou um cientista e penso como um cientista com elementos verificáveis. Eu produzi mais dados sobre doenças infecciosas do que qualquer pessoa no mundo. Sou médico, vejo pessoas doentes. Eu tenho 75 pacientes hospitalizados, muitas consultas por dia. Então, as opiniões de todos... se você soubesse como eu não me importo. Na minha equipe, somos pessoas pragmáticas, não pássaros de programa de TV.
LP: Como você começou a trabalhar com cloroquina e concluiu que poderia ser eficaz no tratamento de coronavírus?
DT: O problema neste país é que as pessoas que falam são de total ignorância. Eu fiz um estudo científico sobre cloroquina e os viruses, treze anos atrás, que foi publicado. Desde então, outros quatro estudos de outros autores mostraram que o coronavírus é sensível à cloroquina. Tudo isso não é novo. É sufocante que o círculo de tomadores de decisão nem sequer seja informado sobre o estado da ciência. Sabíamos da eficácia potencial da cloroquina em modelos de cultura viral. Sabíamos que era um antiviral eficaz. Decidimos em nossas experiências adicionar um tratamento com azitromicina (um antibiótico contra pneumonia bacteriana - nota do editor) para evitar infecções secundárias por bactérias. Os resultados foram espetaculares em pacientes com Covid-19 quando a azitromicina foi adicionada à hidroxicloroquina.
LP: O que você espera de ensaios em larga escala em torno da cloroquina?
DR: Nada mesmo. Com minha equipe, acreditamos ter encontrado uma cura. E em termos de ética médica, acredito que não tenho o direito como médico de não usar o único tratamento que até agora se mostrou bem-sucedido. Estou convencido de que, no final, todos usarão esse tratamento. É apenas uma questão de tempo até que as pessoas concordem em reconhecer que erraram, e admitir que essa é a coisa certa a fazer.
LP: De que forma e por quanto tempo você administra cloroquina a seus pacientes?
DR: A hidroxicloroquina é administrada na dose de 600 mg por dia, durante dez dias (na forma de Plaquenil, o nome do medicamento na França - nota do editor) na forma de comprimidos administrados três vezes ao dia. E 250 mg de azitromicina duas vezes no primeiro dia e depois uma vez ao dia por cinco dias.
LP: É um tratamento que pode ser tomado para prevenir a doença?
DT: Nós não sabemos.
LP: Quando você administra, quanto tempo leva para um paciente do Covid-19 se recuperar?
DT. O que sabemos no momento é que o vírus desaparece após seis dias.
LP. Você entende, no entanto, que alguns de seus colegas pedem cautela com este tratamento?
DT: As pessoas dão sua opinião sobre tudo, mas só falo do que sei: afinal, não fico por aí dando minha opinião sobre a composição da seleção francesa! Todo mundo tem seu próprio trabalho. Hoje, a comunicação científica neste país é semelhante à conversa de botequim.
LP: Mas não existem regras de prudência a serem respeitadas antes de administrar um novo tratamento?
DT: Para aqueles que dizem que precisamos de trinta estudos multicêntricos e mil pacientes incluídos, respondo que, se aplicássemos as regras dos atuais metodologistas, teríamos que refazer um estudo sobre o interesse do paraquedas. Pegue 100 pessoas, metade com paraquedas e a outra sem e conte os mortos no final para ver o que é mais eficaz. Quando você tem um tratamento que funciona contra zero outro tratamento disponível, esse tratamento deve se tornar a referência. E é minha liberdade prescrever como médico. Não precisamos obedecer às ordens do governo para tratar os doentes. As recomendações da Alta Comissão da Saúde são uma indicação, mas não nos obrigam. Desde Hipócrates, o médico faz o melhor que pode, no estado de seu conhecimento e no estado da ciência.
LP: E quanto aos riscos de graves efeitos indesejáveis relacionados ao uso de cloroquina, especialmente em altas doses?
DT: Ao contrário do que algumas pessoas dizem na televisão, a nivaquina (o nome de uma das drogas projetadas à base de cloroquina - nota do editor) é bastante menos tóxica que o doliprano ou a aspirina ingerida em altas doses. Em qualquer caso, um medicamento não deve ser tomado de modo descuidado e sempre deve ser prescrito por um clínico geral.
LP: Você está ciente da imensa esperança de cura para os pacientes?
DT: Vejo acima de tudo que existem médicos que me escrevem diariamente de todo o mundo para descobrir como tratamos doenças com hidroxicloroquina. Recebi telefonemas do Hospital Geral de Massachusetts e da Clínica Mayo em Londres. Os dois maiores especialistas do mundo, um em doenças infecciosas e outro em tratamentos com antibióticos, entraram em contato comigo pedindo detalhes sobre como configurar esse tratamento. E até Donald Trump twittou sobre os resultados de nossos testes. É apenas neste país que não está claro quem eu sou! Não é porque aqui em Marselha não vivemos dentro do anel viário de Paris que não fazemos ciência. Este país se tornou Versalhes no século XVIII!
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12o. (Daniel Moreno)
"Até meses atrás, China e os bancos centrais dos países ricos tinham alguns problemas insolúveis nas mãos. Os primeiros estavam encurralados na guerra comercial contra Trump e não podiam usar da "violência necessária" em Hong Kong para debelar os manifestantes pró-democracia. Os últimos não sabiam mais o que fazer para estimular o crescimento e impedir uma recessão global. De repente, todos os problemas desses dois agentes (aparentemente isolados e sem afinidade direta) foram resolvidos pela "pandemia": a China não teme mais guerra comercial alguma, os protestos em Hong Kong acabaram e sua economia volta a encontrar perspectivas favoráveis; e os bancos centrais podem responsabilizar a crise de saúde pela recessão, encher o mundo de dinheiro e endividar os cidadãos de seus países um pouco mais. Convenhamos: eles não se juntaram numa megaconspiração, mas que é um acaso feliz demais para seus interesses, é também difícil de ignorar."
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13o. Conflito de interesses?
O governador de São Paulo, João Doria anunciou nesta terça-feira (2) a abertura de um escritório comercial paulista na província de Xangai, a ser inaugurado em agosto deste ano.
 ou
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14o. Dória é o Lide
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15o.
Curiosa a pressa de não atrapalhar as exportações da China ao mundo.
O virologista alemão Hendrik Streeck, coordenador de um grupo de estudos sobre a covid-19 no país, afirmou nesta semana que a transmissão do novo coronavírus não ocorre ao se tocar objetos infectados.
"Até agora, nenhuma transmissão do vírus em supermercados, restaurantes ou cabeleireiros foi comprovada", explicou o virologista no programa de entrevistas Markus Lanz, do canal ZDF.

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16o.
India Drags China to International Court for COVID19 Biological War

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17o.
Estratégia claoward-piven
como derrubar um país pela economia:


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planos da supremacia chinesa
cavalo de troia anti trump 47'
https://www.youtube.com/watch?v=UYwdWue2A5M

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Justiça dá mais vitórias que derrotas ao governo no coronavírus

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quarentena é ação política
https://www.youtube.com/watch…

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quem lucra com a quarentena?
https://www.youtube.com/watch?v=z_wnhOpNK4g

Dr, Wong aquele que foi censurado ao vivo na CNN
https://www.jornaldacidadeonline.com.br/…/se-o-dr-wong-esti…

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mais do que financiar ditaduras mundo a foram o PT nos desindustrializou vendeu aos chineses setores estratégicos
https://exame.abril.com.br/…/procuradoria-da-parecer-a-fav…/

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cientificismo a nova religião dos tecnocratas
https://www.estudosnacionais.com/…/as-origens-da-nova-ord…/…

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terça-feira, janeiro 14, 2020

Preservação do IPQ

Amigos, esse Instituto - IPQ - comporta arquivos e Biblioteca sobre variados assuntos ligados a espiritualidade do brasileiro. Foi criado para a preservação e memória do Padre Quevedo, um homem que em vida se dedicou pela Fé em Deus e a quebra de superstições e charlatanismo.
Peço a ajuda pela sua preservação.
O IPQ - Museu e Biblioteca está aberto ao público mediante visitas agendadas e gratuitas:
Endereço: R. Geraldo Amorim, 263 - Jardim Bonfiglioli, São Paulo - SP, 05594-110 - Telefone: (11) 3873-8831  


Amigos o Instituto Padre Quevedo é muito importante para os nossos estudos.
Doe o que vc puder, muitos contribuindo com pouco se tornará o muito pela preservação desse importante espaço científico cultural do nosso país.
Gratidão.

CAMPANHA DE ARRECADAÇÃO PARA PRESERVAÇÃO DO IPQ -
Qualquer valor para:
BANCO SANTANDER: 033
INSTITUTO PQ DE PARAPSICOLOGIA LTDA.
AGÊNCIA: 0658
C/C: 13007735-9
CNPJ: 017.646.781/0001-99
PELA PRESERVAÇÃO DO INSTITUTO PQ DE PARAPSICOLOGIA LTDA.


sexta-feira, dezembro 13, 2019

Contra a Escravidão - A Igreja Católica se manifestou.




1 - Em 13 de Janeiro de 1435, através da bula Sicut Dudum, o papa Eugénio IV mandou RESTITUIR À LIBERDADE os cativos das ilhas Canárias.


2- Em 7 de setembro de 1462, o papa Pio II (1458-1464) deu instruções aos bispos contra os tratamentos dos negros proveniente da Etiópia condenando o comércio de escravos como magnum scelus (grande crime)

3- Em 1537, o papa Paulo III (1534-1549), através da bula Sublimus Dei (23 de Maio) e da encíclica Veritas ipsa (9 de Junho), lembrava aos cristãos que os índios “das partes ocidentais, e os do meio-dia, e DEMAIS GENTES”, eram SERES LIVRES POR NATUREZA.

4- Em 1571 Tomás de Mercado, TEÓLOGO DE SEVILHA, declarava DESUMANA E ILÍCITA A TRAFICÂNCIA DE ESCRAVOS. Em sua Summa de TRATOS Y CONTRATOS, este autor afirmava não haver justificativa para negócio tão infame.

5- O papa Gregório XIV (1590-1591) publicou a CUM SICUTI (1591) condenando a escravidão.

6- O papa Urbano VIII (1623-1644), também se pronunciou contra a escravidão na COMMISSUM NOBIS (1639).

7- O papa Bento XIV (1740-1758) na Bula IMMENSA PASTORUM escreveu:

“...recebemos certas notícias não sem gravíssima tristeza de nosso ânimo paterno, depois de tantos conselhos dados pelos mesmos Romanos Pontífices, nossos Predecessores, depois de Constituições publicadas prescrevendo que aos infiéis do melhor -modo possível dever-se-ia prestar trabalho, auxílio, amparo, não descarregar injúrias, não flagelos, não ligames, NÃO ESCRAVIDÃO, não morte violenta, sob gravíssimas penas e censuras
eclesiásticas...”

8- O papa Gregório XVI (1831-1846) ao publicar a bula IN SUPREMO (1839) condenou a escravidão da seguinte forma:
“Admoestamos os fiéis para que se abstenham do desumano tráfico dos negros ou de quaisquer outros homens que sejam...”
9- Em 1888, o Papa Leão XIII, na encíclica IN PLURIMIS, dirigida aos bispos do Brasil, pediu-lhes apoio ao Imperador (Dom Pedro II) e a sua filha (Princesa Isabel), na luta que estavam a travar pela abolição definitiva da escravidão.


Detalhe: Houve três papas africanos que vieram de uma região do norte da África, onde os povos eram predominantemente negros. Embora não haja nenhum retrato autêntico destes papas, há desenhos e referências na Enciclopédia Católica a respeito de serem africanos. Os nomes dos três papas africanos são Vencedor ou Victor, Gelasius , e Melquiades ou Miltiades.
PARA CITAR

VIANA, Marina. Documentos Oficiais da Igreja contra a escravidão. Disponível em: < http://www.apologistascatolicos.com/index.php/magisterio/documentos-eclesiasticos/decretos-e-bulas/506-documentos-oficiais-da-igreja-contra-a-escravidao>. Desde 27/03/2012





Bula Veritas Ipsa (Contra A Escravidão no Novo Mundo) - Papa Paulo III




Paulo III, a todos os fieis Cristãos, que as presentes letras virem, saúde, e benção Apostólica. 

A mesma Verdade, que nem pode enganar, nem ser enganada, quando mandava os Pregadores de sua Fé a exercitar este ofício, sabemos que disse: Ide, e ensinai a todas as gentes. A todas disse, indiferentemente, porque todas são capazes de receber a doutrina de nossa Fé. Vendo isto, e invejando-o o com um inimigo da geração humana, que sempre se opõe às boas obras, para que pereçam, inventou um modo nunca dantes ouvido, pera estorvar que a palavra de Deus não se pregasse às gentes, nem elas se salvassem. Pera isto, moveu alguns ministros seus, que desejosos de satisfazer a suas cobiças, presumem afirmar a cada passo, que os Índios das partes Ocidentais, e os do Meio dia, e as mais gentes, que nestes nossos tempos tem chegado a nossa noticia, hão de ser tratados, e reduzidos a nosso serviço como animais brutos, a título de que são inábeis para a Fé Católica: e socapa de que são incapazes de recebê-la, os põem em dura servidão, e os afligem, e oprimem tanto, que ainda a servidão em que tem suas bestas, apenas é tão grande como aquela com que afligem a esta gente.

Nós outros, pois, que ainda que indignos, temos as vezes de Deus na terra, e procuramos com todas as forças achar suas ovelhas, que andam perdidas fora de seu rebanho, pera reduzi-las a ele, pois este é nosso oficio; conhecendo que aqueles mesmos Índios, como verdadeiros homens, não somente são capazes da Fé de Cristo, senão que acodem a ela, correndo com grandíssima prontidão, segundo nos consta: e querendo prover nestas cousas de remédio conveniente, com autoridade Apostólica, pelo teor das presentes letras, determinamos, e declaramos, que os ditos Índios, e todas as mais gentes que daqui em diante vierem à noticia dos Cristãos, ainda que estejam fora da Fé de Cristo, não estão privados, nem devem sê-lo, de sua liberdade, nem do domínio de seus bens, e que não devem ser reduzidos a servidão. Declarando que os ditos índios, e as demais gentes hão de ser atraídas, e convidadas à dita Fé de Cristo, com a pregação da palavra divina, e com o exemplo de boa vida.

E tudo o que em contrário desta determinação se fizer, seja em si de nenhum valor, nem firmeza; não obstante quaisquer coisas em contrário, nem as sobreditas, nem outras, em qualquer maneira.

Dada em Roma, ano de 1537, aos nove de Junho, no ano terceiro de nosso Pontificado.
FONTE: Papa Paulo III - "Bula Veritas Ipsa" MONTFORT Associação



Bula Quo Primum Tempore (Instituição da Missa Tridentina) Papa Pio V

Pio Papa V

Pio Bispo
Servo dos Servos de Deus
Para perpétua memória
1 - Desde que fomos elevados ao ápice da Hierarquia Apostólica, de bom grado aplicamos nosso zelo e nossas forças e dirigimos todos os nossos pensamentos no sentido de conservar na sua pureza tudo o que diz respeito ao culto da Igreja; o que nos esforçamos por preparar e, com a ajuda de Deus, realizar com todo o cuidado possível.
2 - Ora, entre outros decretos do Santo Concílio de Trento cabia-nos estabelecer a edição e correção dos livros santos: Catecismo, Missal e Breviário.
3 - Com a graça de Deus, já foi publicado o Catecismo, destinado à instrução do povo, e corrigido o Breviário, para que se tributem a Deus os devidos louvores. Outrossim, para que ao Breviário correspondesse o Missal, como é justo e conveniente (já que é soberanamente oportuno que, na Igreja de Deus, haja uma só maneira de salmodiar e um só rito para celebrar a Missa), parecia-nos necessário providenciar, o mais cedo possível, o restante desta tarefa, ou seja, a edição do Missal.
4 - Para tanto, julgamos dever confiar este trabalho a uma comissão de homens eruditos. Estes começaram por cotejar cuidadosamente todos os textos com os antigos de nossa Biblioteca Vaticana e com outros, quer corrigidos, quer sem alteração, que foram requisitados de toda parte. Depois, tendo consultado os escritos dos antigos e de autores aprovados, que nos deixaram documentos relativos à organização destes mesmos ritos, eles restituíram o Missal propriamente dito à norma e ao rito dos Santos Padres.
5 - Este Missal assim revisto e corrigido, Nós, após madura reflexão, mandamos que seja impresso e publicado em Roma, a fim de que todos possam tirar os frutos desta disposição e do trabalho empreendido, de tal sorte que os padres saibam de que preces devem servir-se e quais os ritos, quais as cerimônias, que devem observar doravante na celebração das Missas.
6 - E a fim de que todos, e em todos os lugares, adotem e observem as tradições da Santa Igreja Romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas, decretamos e ordenamos que a Missa, no futuro e para sempre, não seja cantada nem rezada de modo diferente do que esta, conforme o Missal publicado por Nós, em todas as Igrejas: nas Igrejas Patriarcais, Catedrais, Colegiais, Paroquiais, quer seculares quer regulares, de qualquer Ordem ou Mosteiro que seja, de homens ou de mulheres, inclusive os das Ordens Militares, igualmente nas Igrejas ou Capelas sem encargo de almas nas quais a Missa conventual deve, segundo o direito ou por costume, ser celebrada em voz alta com coro, ou em voz baixa, segundo o rito da Igreja Romana, ainda quando estas mesmas Igrejas, de qualquer modo isentas, estejam munidas de um indulto da Sé Apostólica, de costume, de um privilégio, até de um juramento, de uma confirmação apostólica ou de quaisquer outras espécies de faculdades. A não ser que, ou por uma instituição aprovada desde a origem pela Sé Apostólica, ou então em virtude de um costume, a celebração destas Missas nessas mesmas Igrejas tenha um uso ininterrupto superior a 200 anos.A estas Igrejas Nós, de maneira nenhuma, suprimimos nem a referida instituição, nem seu costume de celebrar a Missa; mas, se este Missal que acabamos de editar lhes agrada mais, com o consentimento do Bispo ou do Prelado, junto com o de todo Capítulo, concedemos-lhes a permissão, não obstante quaisquer disposições em contrário, de poder celebrar a Missa segundo este Missal.
7 - Quanto a todas as outras sobreditas Igrejas, por Nossa presente Constituição, que será valida para sempre, Nós decretamos e ordenamos, sob pena de nossa indignação, que o uso de seus missais próprios seja supresso (suprimido) e sejam eles radical e totalmente rejeitados; e, quanto ao Nosso presente Missal recentemente publicado, nada jamais lhe deverá ser acrescentado, nem supresso, nem modificado. Ordenamos a todos e a cada um dos Patriarcas, Administradores das referidas Igrejas, bem como a todas as outras pessoas revestidas de alguma dignidade eclesiástica, mesmo Cardeais da Santa Igreja Romana, ou dotados de qualquer outro grau ou preeminência, e em nome da santa obediência, rigorosamente prescrevemos que todas as outras práticas, todos os outros ritos, sem exceção, de outros missais, por mais antigos que sejam, observados por costume até o presente, sejam por eles absolutamente abandonados para o futuro e totalmente rejeitados; cantem ou rezem a Missa segundo o rito, o modo e a norma por Nós indicados no presente Missal, e na celebração da Missa, não tenha a audácia de acrescentar outras cerimônias nem de recitar outras orações senão as que estão contidas neste Missal.
8 - Além disso, em virtude de Nossa Autoridade Apostólica, pelo teor da presente Bula, concedemos e damos o indulto seguinte: que, doravante, para cantar ou rezar a Missa em qualquer Igreja, se possa, sem restrição seguir este Missal com permissão e poder de usá-lo livre e licitamente, sem nenhum escrúpulo de consciência e sem que se possa incorrer em nenhuma pena, sentença e censura, e isto para sempre.
9 - Da mesma forma decretamos e declaramos que os Prelados, Administradores, Cônegos, Capelães e todos os outros Padres seculares, designados com qualquer denominação, ou Regulares, de qualquer Ordem, não sejam obrigados a celebrar a Missa de outro modo que o por Nós ordenado; nem sejam coagidos e forçados, por quem quer que seja, a modificar o presente Missal, e a presente Bula não poderá jamais, em tempo algum, ser revogada nem modificada, mas permanecerá sempre firme e válida, em toda a sua força.
10 - Não obstante todas as decisões e costumes contrários anteriores, de qualquer espécie: Constituições e Ordenações Apostólicas, ou Constituições e Ordenações, tanto gerais como especiais, publicadas em Concílios Provinciais e Sinodais; não obstante também o uso das Igrejas acima enumeradas, ainda que autorizado por uma prescrição bastante longa e imemorial, mas que não remonte a mais de 200 anos.
11 -Queremos e, pela mesma autoridade, decretamos que, depois da publicação de Nossa presente Constituição e deste Missal, todos os padres sejam obrigados a cantar ou celebrar a Missa de acordo com ele: os que estão na Cúria Romana, após um mês; os que habitam aquém dos Alpes, dentro de três meses; e os que habitam além das montanhas, após seis meses ou assim que encontrem este Missal à venda.
12 - E para que em todos os lugares da Terra este Missal seja conservado sem corrupção e isento de incorreções e erros, por nossa Autoridade Apostólica e em virtude das presentes, proibimos a todos os impressores domiciliados nos lugares submetidos, direta ou indiretamente, à Nossa autoridade e à Santa Igreja Romana, sob pena de confiscação dos livros e de uma multa de 200 ducados de ouro, pagáveis à Câmara Apostólica, bem como aos outros domiciliados em qualquer outro lugar do mundo, sob pena de excomunhão ipso facto e de outras penas a Nosso alvitre, se arroguem, por temerária audácia, o direito de imprimir, oferecer ou aceitar esta Missa, de qualquer maneira, sem nossa permissão, ou sem uma licença especial de um Comissário Apostólico por Nós estabelecido, para estes casos, nos países interessados, e sem que antes, este Comissário ateste plenamente que confrontou com o Missal impresso em Roma, segundo a impressão típica, um exemplar do Missal destinado ao mesmo impressor, que lhe sirva de modelo para imprimir os outros, e que este concorda com aquele e dele não difere absolutamente em nada.
13 - E como seria difícil transmitir a presente Bula a todos os lugares do mundo cristão e leva-la imediatamente ao conhecimento de todos, ordenamos que, segundo o costume, ela seja publicada e afixada às portas da Basílica do Príncipe dos Apóstolos e da Chancelaria Apostólica, bem como no Campo de Flora. Ordenamos igualmente que aos exemplares mesmo impressos desta Bula, subscritos pela mão de um tabelião público e munidos, outrossim, do Selo de uma pessoa constituída em dignidade eclesiástica, seja dada, no mundo inteiro, a mesma fé inquebrantável que se daria à presente, caso mostrada ou exibida.
14 - Assim, portanto, que a ninguém absolutamente seja permitido infringir ou, por temerária audácia, se opor à presente disposição de nossa permissão, estatuto, ordenação, mandato, preceito, concessão, indulto, declaração, vontade, decreto e proibição.
Se alguém, contudo, tiver a audácia de atentar contra estas disposições, saiba que incorrerá na indignação de Deus Todo-poderoso e de seus bem aventurados Apóstolos Pedro e Paulo.


  • Dado em Roma perto de São Pedro, no ano da Encarnação do Senhor mil quinhentos e setenta, no dia 14 de Julho, quinto de Nosso Pontificado - Pio Papa V.



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