segunda-feira, outubro 07, 2013

Deu no Jornal: Papa condena o Nazismo. E veementemente.



Deu no Jornal: Papa condena o Nazismo. E veementemente.


Atualizado em 22/06/2012 às 0:21.

Fazendo uma pesquisa no Google por acaso descobri uma preciosidade: um arquivo completo com centenas de jornais digitalizados (e em ordem alfabética!), dos mais diversos lugares do mundo e de várias épocas. O link para o arquivo é esse: http://news.google.com/newspapers
Um deleite para quem gosta de fazer pesquisa histórica!
E também por acaso a descoberta foi feita justamente numa notícia que me despertou interesse instantâneo: um jornal de 1937 noticiava que os nazistas haviam censurado uma mensagem do Papa aos católicos alemães.
Após o livro “O Papa de Hitler”, do jornalista britâncio John Cornwell (cujas teses sobre cumplicidade entre o Papado e Hitler já foram rejeitadas pelo próprio autor – veja aqui), não está no gibi o que existe de historiador de plantão abrindo a boca para desferir os mesmos chavões ultrapassados sobre “o silêncio da Igreja” durante a perseguição aos judeus.
Chavões, tão somente. A verdade é que o Papa Pio XI já tinha condenado o nazismo em 1937, tanto em sua política racial quanto em seus ideias que ele dizia serem “neo-pagãos”. Pio XI não só condenou o nazismo como denunciou a “conspiração do silêncio” das outras nações ocidentais, que deixavam Hitler livre e não faziam ou falavam nada. O Cardeal Eugenio Pacelli, futuro Papa Pio XI, foi Núncio em Berlim e era considerado um dos maiores inimigos de Hitler pelo Reich; quando se tornou Papa, continuou levantando a voz contra o nazismo. Quando os Aliados sequer pensavam em enfrentar Hitler, estes Papas eram as únicas vozes no mundo a condená-lo (tanto que Hitler planejou o assassinato de Pio XII, mas o plano não deu certo – veja aqui). E hoje estes mesmos Papas são tachados de covardes e cúmplices de Hitler. Síndrome de culpa de quem podia ter feito algo quando eles pediam para fazer e não fez…
Mas bem! Encontrei diversos notícias em jornais da época confirmando que a relação entre Igreja e Reich não só era de farpas como já estava em conflito muito antes da guerra. Trocas de condenações, censuras, motociclistas indo distribuir na surdina mensagens papais proibidas aos alemães: são o tipo de coisas que essas notícias nos revelam. Portanto, aos historiadores de plantão, esqueçam o Cornwell: vão ao Google, olhem os jornais!
As notícias da época não deixam dúvida: os Papas e Hitler se odiavam.
A primeira notícia é do jornal The Milwaukee Sentinel de 21 de março de 1937 e a manchete é impactante: ”Nazistas denunciados pelo Papa Pio como anticristãos“.
O texto (Imagem 1, abaixo; notícia inteira aqui) diz:
“Concordata com Vaticano violada pela Alemanha, diz o Pontífice; Desfecho do confronto com a Igreja se precipita. 
Por William Shirer.
O Papa Pio XI hoje em uma Encíclica de palavras afiadas aos católicos alemães abruptamente acusou o governo nazista de ter violado a concordata com o Vaticano e de favorecer movimentos anticristãos.” 
Há um momento na notícia em que se diz:
“Pelos eventos atuais, um espetacular desfecho no longo conflito entre a Igreja Católica Romana e o Estado Nazista parece inevitável”.
Isto é, em 1937, antes mesmo da Segunda Guerra Mundial, a imprensa já noticiava um “longo conflito” entre a Igreja e o nazismo.
Logo em seguida, se fala que o Papa condena a política racial do nazismo e suas doutrinas neo-pagãs:
“Isto pode ser ainda mais antecipado porque Sua Santidade, na Encíclica, denuncia energicamente a política nazista de supremacia da raça ariana e aponta o contraste entre os princípios católicos e as idéias ‘neo-pagãs’ nazistas”.
Segue a notícia relatando como a mensagem chegou aos católicos, sendo aventuradamente despachada em motocicletas para cada paróquia.
A Encíclica a que se refere a notícia é a Mit Brennender Sorge, disponível no site do Vaticanoem inglês.
Numa outra notícia, do jornal Spokane Daily Chronicle, de 23 de março de 1937, se relata a reação nazista à Encíclica (Imagem 2; a notícia está neste link):
“Nazistas censuram mensagem do Papa
“O público alemão em geral ainda desconhecia hoje – tão distantes quanto os jornais ou o rádio estavam preocupados – a Carta Encíclica do Papa Pio em que o Reich foi acusado de quebrar a concordata Igreja-Estado de 1933.
Imprensa e rádio obedeceram rigorosamente às ordens do Ministério da Propaganda de não tocarem no assunto da carta, lida dos púlpitos católicos no domingo. No boca a boca, contudo, a notícia da ação incomum do Papa viajou com uma rapidez incrível.
Um porta-voz do governo recuperou fôlego suficiente para informar, indagado por correspondentes estrangeiros, que a carta do papa é honestamente lamentável.”
Dá para ver como a relação entre a Igreja e o Reich era “de flores”, como apontam certos “historiadores” de plantão por aí.
Uma outra notícia (Imagem 3; notícia completa aqui), do Pittsburgh Post-Gazette de 27 de março de 1937, dá uma ideia de como as relações ficaram ácidas após a Encíclica de Pio XI:
“Enviados Nazistas novamente ‘esnobam’ Missa do Vaticano
—
Enfatizam mais uma vez que a raiva alemã ainda não passou.
—
Encíclica é citada.
—
Relações entre o Papa e Berlim se tornam mais tensas.
Embaixadores alemães junto à Santa Sé enfatizaram novamente que a raiva sobre a recente Encíclica do Papa Pio XI que denunciou a política nazista para com a Igreja ainda não passou, [e fizeram isso] esnobando a Missa de Sexta-feira Santa celebrada na Capela Sistina.“
A notícia, ao fim, relata que o medo generalizado era que Pio XI desferisse novas condenações na Encíclica que sairia em alguns dias, sobre a perseguição dos comunistas aos cristãos no México:
“Outra Encíclica em breve.
O Premiê Benito Mussolini está usando sua influência junto a Berlim para prevenir uma ruptura entre a Igreja e a Alemanha, ressaltando a cooperação proveitosa e pacífica entre a Igreja e a Itália.
O Papa Pio irá lançar sua terceira Encíclica dez dias a partir de amanhã. A Encíclica vai tratar da situação da Igreja no México e são esperadas condenações para várias políticas do governo que se alega serem programadas para cercear a liberdade religiosa. Algumas pessoas acreditam que o Papa possa novamente fazer referência ao problema alemão.”
Sobre o Papa Pio XII, uma notícia do Toronto Daily Star, de 2 de junho de 1945 (Imagem 4; disponível inteira aqui) traz como manchete uma palavra do Pontífice e no texto condenações  enfáticas dele mesmo durante um discurso:
“Permitam que se acalmem as paixões para que a paz possa falar, diz o Papa.
Numa transmissão de hoje, o Papa Pio XII demonstrou esperança de que a a nação alemã possa ‘se levantar com nova dignidade e nova vida uma vez que tenha subjugado o espectro satânico levantado pelo nacional socialismo e os culpados tenham expiado os crimes que cometeram’.
Ele clamou pela punição dos crimes de guerra nazistas e disse que o ‘repentino e trágico fim’ de Hitler acabou com a perseguição à Igreja Católica pelo nazismo”.
A notícia segue trazendo trechos da mensagem de Pio XII, todos desferindo dardos ácidos contra o nazismo e demais ideologias revolucionárias que fazem valer suas ideias “pela violência, pela subversão e pelo despotismo”.
Em um momento, recolhe-se palavras do Papa sobre os assassinatos e deportações de civis por sua religião ou raça:
“‘Nós temos de deplorar que – em mais de uma região – tenham ocorrido assassinatos de padres, a deportação de civis e a matança de cidadãos sem julgamento ou por vingança pessoal’, disse o Papa.
[...]
O Papa ressaltou que o seu predecessor, o Papa Pio XI, condenou o credo nazista na Encíclica publicada na Sexta-Feira da Paixão de 1937, intitulada ‘Com Ardente Tristeza’ (N.T.: Se refere à Encíclica Mit Brennender Sorge, da qual falamos anteriormente). O documento papal ‘assustou as mentes e os corações dos homens’, declarou o Pontífice. ‘Muitos – mesmo além das fronteiras da Alemanha – que fecharam seus olhos para a incompatibilidade entre os pontos de vista nacional-socialistas e o ensino de Cristo tiveram de reconhecer seu erro’.
Falando de sua própria política durante a guerra, o Papa disse que ‘constantemente anunciou as exigências das leis perenes da humanidade e da Fé Cristã, em contraste com as trágicas aplicações dos princípios do Nacional-Socialismo que foram muito longe em utilizar os mais requintados para torturar ou eliminar quem frequentemente era inocente’.
Ele falou de milhares ‘cuja única culpa era a sua fé’ que morreram nos campos de concentração nazistas.”
 O discurso inflamado de Pio XII contra o nazismo cujos trechos foram recolhidos pelo Toronto Daily Star também foi notícia – e com ainda mais detalhes – na edição de 3 de junho de 1945 do The Telegraph-Herald de Dubuque, Iowa (Imagem 5; disponível inteiraaqui):
“PAPA CONDENA NAZISTAS
E fala sobre o quanto a Igreja sofreu na Guerra.
—
Papa acredita que uma nova Alemanha ressurgirá das ruínas da guerra.
—
O Papa Pio XII transmitiu sábado uma solene condenação do nazismo e expressou sua confiança de que uma nova Alemanha surgirá ‘com nova dignidade e nova vida após ter lançado fora o satânico encantamento do nacional socialismo’ (N.T.: É o mesmo discurso anterior, porém a notícia traz com outras palavras; traduzimos como estava em cada uma delas).
[...]
O Pontífice deu alguns números das negociações entre a Igreja Católica e o governo nazista desde a ascensão de Hitler. Falou sobre os 2.800 padres poloneses que estavam presos no famoso campo de concentração de Dachau e dos quais sobreviveram apenas 816.
[...]
O Papa relatou em detalhes a destruição de Igrejas, de escolas paroquiais, a pressão de Hitler sobre a juventude para afastá-la da Igreja, a supressão da imprensa católica e a difamação do Clero.
[...]
Sua Santidade relembrou os esforços de seu predecessor que numa Encíclica em 1937 ‘revelou aos olhos do mundo inteiro o que o nacional-socialismo realmente era [...] uma adoração do poder, uma idolatria da raça e uma opressão sangrenta à liberdade e dignidade do homem.
[...]
Falou também em detalhes sobre a perseguição dos católicos, tanto clérigos quanto leigos, como também outras pessoas inocentes. Citou ainda números das taxas de mortalidade nos famosos campos de concentração nazista…”
Os fatos históricos e os documentos da época atestam, pois, que não houve nunca cumplicidade entre a Igreja e os nazistas. Pelo contrários, as notícias da época dão nota de que havia um longo e acirrado conflito entre a Igreja e os nazistas mesmo antes da Segunda Guerra Mundial; quando Pio XI publicou a sua Encíclica contra o nazismo – sendo o primeiro líder no mundo a levantar a voz contra o Hitler - essa oposição se acirrou ainda mais e as perseguições e assassinatos de padres e católicos foram incrementadas. Pio XII, que já trabalhava contar o nazismo como Núncio em Berlim, subiu ao Trono Pontifício e logo enfrentou o drama da Guerra, se tornando a única voz moral a exigir a prevalência da dignidade humana frente à crueldade nazista. E isso tudo diante do silêncio de toda a comunidade internacional, que cortejava Hitler e só resolveu enfrentá-lo muito tardiamente.
Quantos poderiam ter sido salvos se o apelo destes dois Papas tivesse sido ouvido desde o começo?
E como acusar os únicos homens que fizeram algo quando ninguém mais fazia de serem cúmplices do nazismo?
Contra afirmações tão ignorantes como essa, só digo uma coisa: dê um Google!

——

Seguem as imagens.


“Sábado, 27 de Maço de 1937”.

“Relação entre PAPA e Berlin está cada vez mais tensa”.


Para quem não sabe, ou, finge que não sabe, essa placa foi doada no ano 1946 pelos Judeus à igreja em nome do Papa Pio XII.
Observem o que está escrito na placa:
Moção aprovada pelo Terceiro Congresso da Comunidade Israelita Italiana realizado em março de 1946.
“O Congresso dos Delegados das comunidades israelitas italianas, realizado em Roma, pela primeira vez após a Libertação, é obrigado a pagar tributo a Sua Santidade, e, para manifestar o mais profundo sentimento de gratidão de todos os judeus, por mostrar a Fraternidade humana da Igreja durante os anos de perseguição e quando suas vidas foram postas em perigo pelas atrocidades nazifascistas. Muitas vezes, sacerdotes suportaram prisões e campos desconcentração e até mesmo sacrificaram as suas vidas para ajudar os judeus. Essa prova que o sentimento de bondade e caridade que ainda conduz o justo tem servido para diminuir a vergonha das indignidades suportadas, o suplício sofrido das perdas de milhões de seres humanos. Israel ainda não terminou o sofrimento: Os judeus sempre lembrarão o que a Igreja, sob ordens do papa, fez por eles naquele momento terrível”.
Fonte: Cai a Farsa.

Veja mais em:
  • https://flaviadt.blogspot.com/2019/03/igreja-catolica-condenou-o-nazismo.html



segunda-feira, agosto 05, 2013

JMJ 2013: Via-sacra evocou sofrimento de Jesus e dos jovens de hoje

JMJ 2013: Via-sacra evocou sofrimento de Jesus e dos jovens de hoje

Pois é, a Igreja Católica encenou uma verdadeira VIA SACRA pedindo "PELA VIDA" e "CONTRA A CULTURA DA MORTE", mas ainda tem gente perguntando ao Papa qual a opinião dele sobre o "aborto"? Se um jornalista perguntasse para um jogador de futebol "o que ele acha de chutar a bola" na certa teriam, com razão, caído na pele do jornalista.

JMJ 2013: Via-sacra evocou sofrimento de Jesus e dos jovens de hoje
Papa e mais de um milhão de pessoas estiveram na Praia de Copacabana - Rio de Janeiro, Brasil, 26 jul 2013 (Ecclesia)
Na 1ª estação, rezou-se pelos jovens inocentes que “todos os dias são condenados à morte pela pobreza, pela violência e por todo tipo de consequências do pecado”.
2ª estação - O “jovem convertido” que quer ser “instrumento” do amor de Deus. 3ª estação - são evocadas as preces do “voluntário de uma comunidade de recuperação” que quer ser o bom samaritano que “para além dos discursos, tem coragem de levantar quem está caído à beira do caminho e cuidar de suas feridas”.
4ª estação – “Jesus encontra a sua mãe aflita” - recordou as dores das mães que sentem o sofrimento dos seus filhos e deixou apelos em defesa da vida e contra o aborto: "Não podemos aceitar a violência de quem se acha no direito de interromper uma vida indefesa".
5ª estação, os “seminaristas” chamados ao sacerdócio estiveram presentes com as suas orações.
6ª estação - a consagrada ao “serviço do irmão” pede forças porque encontra “nas vias-sacras da vida" tantas VÍTIMAS de uma «CULTURA DE MORTE»”.
7ª estação - Os casais de namorados, que pretendem “construir uma família pelos fundamentos e não pelo telhado”.
8ª estação - O sofrimento das mulheres, cuja “vocação” é “do berço até à cruz” esteve presente.
9ª estação - os “estudantes” são recordados na estação onde “Jesus cai pela terceira vez”.
10ª estação - “Que a tua graça nos ensine os caminhos para evangelizar o «continente digital» e nos deixe atentos à possível dependência ou confusão entre o real e o virtual”, foi o pedido da 10ª estação.
11ª estação - foram lembrados os “milhões” de jovens presidiários.
12ª estação - oração para os jovens com doenças terminais.
13ª estação - os jovens “deficientes auditivos”: “Existem momentos em que o silêncio e a contemplação falam muito mais”.
14ª e última estação foram recordados os jovens de todas as regiões do globo.


Vejam como foi lindo e maravilhoso:
http://globotv.globo.com/globo-news/jornal-globonews/v/confira-a-integra-da-via-sacra-na-jornada-mundial-da-juventude/2718068/

sábado, julho 27, 2013

G1 - 'Cocar que dei ao Papa é um amuleto de proteção', diz indígena - notícias em Jornada Mundial da Juventude - JMJRio2013

G1 - 'Cocar que dei ao Papa é um amuleto de proteção', diz indígena - notícias em Jornada Mundial da Juventude - JMJRio2013

27/07/2013 13h22 - Atualizado em 27/07/2013 13h50

'Cocar que dei ao Papa é um amuleto de proteção', diz indígena


Indígenas são de Coroa Vermelha (BA), local da 1ª missa no Brasil.
Babalaô foi 1º representante do candomblé a ser recebido por um papa.

Mariucha Machado e Darlan AlvarengaDo G1 Rio
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O índio pataxó Ubiraí entregou um cocar que ganhou de presente do pai quando era criança ao Papa Francisco, em cerimônia realizada no Theatro Municipal do Rio neste sábado (27). “O cocar é um amuleto de proteção que faz a ligação do espírito com a terra. E não há pessoa melhor para receber o cocar que o Papa”, disse o indígena.
Ubiraí e outros quatro índios da aldeia pataxó de Coroa Vermelha, em Porto Seguro (BA), onde foi realizada a primeira missa no Brasil, em 26 de abril de 1500, participaram da cerimônia com o Papa. O encontro com Francisco foi emocionante, segundo o indígena. “Ele foi muito gentil comigo, sorriu e agradeceu o presente”, comemora Ubiraí.
Índio tem que colocar roupa no Municipal (Foto: Mariucha Machado/G1)Índios tiveram que colocar roupa no Municipal
(Foto: Mariucha Machado/G1)
“Me sinto muito honrado. Somos católicos e o Papa é um líder espiritual de todos os povos.” Ubiraí disse ainda que o pai dele havia dado uma lança de presente ao Papa João Paulo II quando este visitou a cidade de Salvador, em 1991. “Dei um presente com significado muito maior.”
Os indígenas tiveram de vestir camisas de voluntários da Jornada Mundial da Juventude sobre as vestes típicas que usavam.  "Eu acho isso um pouco constrangedor. A gente costuma entrar no palácio sem camisa e descalço", disse Suturiana Pataxó.Ao subir ao palco, no entanto, os indígenas tiraram as camisetas verdes da JMJ e foram caracterizados para o encontro com Francisco.
O babalaô Ivani dos Santos também foi recebido pelo Papa (Foto: Darlan Alvarenga/G1)O babalaô Ivani dos Santos também foi recebido
pelo Papa (Foto: Darlan Alvarenga/G1)
Candomblé
O babalaô Ivani dos Santos, um dos representantes da sociedade civil que se também encontrou com o Papa no evento deste sábado no Teatro Municipal, destacou o feito inédito de um Papa recebendo um representante do candomblé.
“Pela primeira vez um representante do candomblé é recebido por um papa. Isso é inédito”, afirmou. Ele contou que na sua conversa com o Papa, ele entregou um livro com fotos sobre a caminhada pela liberdade religiosa que acontece todos os anos no Rio e que, neste ano, está agendada para o dia 8 de setembro. Ele contou que também recebeu duas medalhinhas do Papa.Ele contou que foi convidado para participar do evento pelo próprio Vaticano, que será um dos participantes dessa caminhada em setembro.
“Foi um passo muito importante. Marca um gesto de respeito às religiões afro-religiosas e minoritárias”, finalizou.

quarta-feira, julho 24, 2013

Papa critica projetos de liberalização de drogas na América Latina - brasil - geral - Estadão

Papa critica projetos de liberalização de drogas na América Latina - brasil - geral - Estadão

Papa critica projetos de liberalização de drogas na América Latina

Em visita a hospital no Rio que trata de dependentes químicos, Francisco chama traficantes de 'MERCADORES DA MORTE.
RIO - Na visita ao Hospital São Francisco de Assis, na zona norte do Rio, o papa Francisco atacou nesta quarta-feira, 24, os projetos de liberalização das drogas na América Latina e acusou traficantes de serem os "mercadores da morte". Na primeira vez que fala publicamente sobre o problema das drogas desde o início de seu pontificado, o argentino deu as primeiras indicações de que, se seus gestos são novos e sua simpatia o transformou em um ícone global, ele não está disposto a mudar posições tradicionais da Igreja.
Papa se despede dos fiéis após inauguração de Pólo de Atenção Integral do Hospital São Francisco - Wilton Júnior/AE
Wilton Júnior/AE
Papa se despede dos fiéis após inauguração de Pólo de Atenção Integral do Hospital São Francisco


A crítica à liberalização das drogas ocorreu enquanto visitava o hospital, que atende dependentes de drogas, e depois de se reunir com cinco pacientes.
"Não é deixando livre o uso de drogas, como se discute em várias partes da América Latina, que se conseguirá reduzir a difusão e a influência da dependência química", declarou. Países como o Uruguai já liberalizaram o consumo de maconha, enquanto outros na região avaliam propostas similares.
Para ele, a solução não vem da liberalização, mas de uma estratégia para "enfrentar os problemas que estão na raiz do uso das drogas, promovendo uma maior justiça, educando os jovens para os valores que constroem a vida comum, acompanhando quem está em dificuldade e dando esperança ao futuro".
Na avaliação de vaticanistas, Francisco começa a revelar com esse discurso que, apesar de ser tido como reformador, adotará posturas tidas como conservadoras em diversos setores sociais e desafios.
Mas o papa não deixou também de atacar o narcotráfico. "São tantos os 'mercadores da morte' que seguem a lógica do poder e do dinheiro a todo custo", disse. "A chaga do tráfico de drogas, que favorece a violência e que semeia a dor e a morte, exige da inteira sociedade um ato de coragem", insistiu.
Não é a primeira vez que um papa ataca de forma frontal os narcotraficantes. Em 2007, quando Bento XVI esteve no Brasil, ele alertou que essas pessoas teriam de enfrentar a Deus no juízo final.
Parábola. O papa Francisco ainda atacou o egoísmo da sociedade por não dar atenção suficiente aos dependentes de drogas. "Precisamos abraçar quem tem necessidade", disse. "Há tantas situações no Brasil e no mundo que reclamam a nossa atenção, cuidado, amor, como a luta contra a dependência química", declarou. "Frequentemente, porém, nas nossas sociedades, o que prevalece é o egoísmo", afirmou.
Francisco cita a parábola do Bom Samaritano, que fala de um homem atacado por assaltantes e deixado quase morto ao lado da estrada. "As pessoas passam, olham, mas não param. Indiferentes, seguem o seu caminho. Não é o problema deles".
O papa aponta para o centro de tratamento como exemplo do Bom Samaritano e lembra que São Francisco de Assis abriu mão de sua riqueza justamente depois que, quando jovem, abraçou um leproso.
"O jovem Francisco abandonou riquezas e comodidades do mundo para fazer-se pobre no meio dos pobres, entende que não são as coisas, o ter, os ídolos do mundo a verdadeira riqueza e que estes não dão a verdadeira alegria, mas sim seguir a Cristo e servir aos demais", disse. "Em cada irmão e irmã em dificuldades, abraçamos a carne sofredora de Cristo. Hoje, neste lugar de luta contra a dependência química, quero abraçar cada um de vocês".
Francisco garante que a Igreja está ao lado deles. Mas, na avaliação do papa, parte da responsabilidade em se recuperar é do próprio dependente. "Você é o protagonista da subida. Esta é a condição imprescindível. Você encontrará a mão estendida de quem quer lhe ajudar. Mas ninguém pode fazer a subida no seu lugar", declarou. "A travessia é longa e cansativa, mas olhem para frente. Não deixem que lhes roubem a esperança. Mas também digo: não roubemos a esperança, pelo contrário, tornemo-nos todos portadores de esperança."
Leia a íntegra do discurso do papa Francisco no Hospital São Francisco de Assis:
"Senhor Arcebispo do Rio de Janeiro,
Amados Irmãos no Episcopado
Distintas Autoridades,
Queridos membros da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência,
Prezado médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde,
Amados jovens e familiares!
Quis Deus que meus passos, depois do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, se dirigissem para um particular santuário do sofrimento humano, que é o Hospital São Francisco de Assis. É bem conhecida a conversão do Santo Patrono de vocês: o jovem Francisco abandona riquezas e comodidades do mundo para fazer-se pobre no meio dos pobres, entende que não são as coisas, o ter, os ídolos do mundo a verdadeira riqueza e que estes não dão a verdadeira alegria, mas sim seguir a Cristo e servir aos demais; mas talvez seja menos conhecido o momento em que tudo isto se tornou concreto na sua vida: foi quando abraçou um leproso. Aquele irmão sofredor foi "mediador de luz (…) para São Francisco de Assis" (Carta enc. Lumen fidei, 57), porque, em cada irmão e irmã em dificuldade, nós abraçamos a carne sofredora de Cristo. Hoje, neste lugar de luta contra a dependência química, quero abraçar a cada um e cada uma de vocês - vocês que são a carne de Cristo - e pedir a Deus que encha de sentido e de esperança segura o caminho de vocês e também o meu.
Abraçar. Precisamos todos de aprender a abraçar quem passa necessidade, como São Francisco. Há tantas situações no Brasil e no mundo que reclamam atenção, cuidado, amor, como a luta contra a dependência química. Frequentemente,porém, nas nossas sociedades, o que prevalece é o egoísmo. São tantos os "mercadores de morte" que seguem a lógica do poder e do dinheiro a todo o custo! A chaga do tráfico de drogas, que favorece a violência e que semeia a dor e a morte, exige da inteira sociedade um ato de coragem. Não é deixando livre o uso das drogas, como se discute em várias partes da América Latina, que se conseguirá reduzir a difusão e a influência da dependência química. É necessário enfrentar os problemas que estão na raiz do uso das drogas, promovendo uma maior justiça, educando os jovens para os valores que constroem a vida comum, acompanhando quem está em dificuldade e dando esperança no futuro. Precisamos todos de olhar o outro com os olhos de amor de Cristo, aprender a abraçar quem passa necessidade, para expressar solidariedade, afeto e amor.
Mas abraçar não é suficiente. Estendamos a mão a quem vive em dificuldade, a quem caiu na escuridão da
dependência, talvez sem saber como, e digamos-lhe: Você pode se levantar, pode subir; é exigente, mas é possível se você o quiser. Queridos amigos, queria dizer a cada um de vocês, mas sobretudo a tantas outras pessoas que ainda não tiveram a coragem de empreender o mesmo caminho de vocês: Você é o protagonista da subida; esta é a condição imprescindível! Você encontrará a mão estendida de quem quer lhe ajudar, mas ninguém pode fazer a subida no seu lugar. Mas vocês nunca estão sozinhos! A Igreja e muitas pessoas estão solidárias com vocês. Olhem para frente com confiança; a travessia é longa e cansativa, mas olhem para frente, existe "um futuro certo, que se coloca numa perspectiva diferente relativamente às propostas ilusórias dos ídolos do mundo, mas que dá novo impulso e nova força à vida de todos os dias" (Carta Encícl.Lumen fidei, 57).
A vocês todos quero repetir: Não deixem que lhes roubem a esperança! Mas digo também: Não roubemos a esperança, pelo contrário, tornemo-nos todos portadores de esperança! No Evangelho, lemos a parábola do Bom Samaritano, que fala de um homem atacado por assaltantes e deixado quase morto ao lado da estrada. As pessoas passam, olham, mas não param; indiferentes seguem o seu caminho: não é problema delas! Somente um samaritano, um desconhecido, olha, para, levanta-o, estende-lhe a mão e cuida dele (cf. Lc 10,29-35). Queridos amigos, penso que aqui, neste Hospital, se concretiza a parábola do Bom Samaritano. Aqui não há indiferença, mas solicitude. Não há desinteresse, mas amor. A Associação São Francisco e a Rede de Tratamento da Dependência Química ensinam a se debruçar sobre quem passa por dificuldades porque veem nestas pessoas a face de Cristo, porque nelas está a carne de Cristo que sofre. Obrigado a todo pessoal do serviço médico e auxiliar aqui empenhado!
O serviço de vocês é precioso! Realizem-no sempre com amor; é um serviço feito a Cristo presente nos irmãos: "Todas as vezes que fizestes isso a um destes mais pequenos, que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes" (Mt 25, 40), diz-nos Jesus. E quero repetir a todos vocês que lutam contra a dependência química, a vocês familiares que têm uma tarefa que nem sempre é fácil: a Igreja não está longe dos esforços que vocês fazem, Ela lhes acompanha com carinho. O Senhor está ao lado de vocês e lhes conduz pela mão. Olhem para Ele nos momentos mais duros e Ele lhes dará consolação e esperança.
E confiem também no amor materno de Maria, sua Mãe. Esta manhã, no Santuário da Aparecida, confiei cada um de vocês ao seu coração. Onde tivermos uma cruz para carregar, ao nosso lado sempre está Ela, nossa Mãe. Deixo-lhes em suas mãos,enquanto, afetuosamente, a todos abençoo."

sexta-feira, maio 17, 2013

O 3º segredo de Fátima


Agradeço a IULE CARLA PINHEIRO VARGAS por divulgar esse 3º mistério. Não sei porque tanto segredo. A Igreja deveria ter revelado logo isso para preparar as pessoas. Considero o ocultamento dessas palavras, muito egoísmo. E o que a gente tem visto sobre notícias de catástrofes pelo mundo afora e a iniquidade de muitos que se dizem crentes em um deus, assassinando os cristãos. Acho muito ruim o que está acontecendo com a humanidade nos dias de hoje. A nossa querida Nossa Senhora, Maria mãe de Jesus Cristo, Mãe, que junto de São José,  aceitou receber o Deus todo Poderoso em seu ventre, o protegeu e após a partida desse, foi a primeira a receber o Divino Espírito Santo, ela a Advogada pela humanidade, nos protege sempre, mas tanta impiedade tem que ter uma sacudida. Protegei-nos Virgem Maria e seu Bendito Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo.
O 3º segredo de Nossa Senhora de Fátima


O terceiro segredo de Fátima 
Para quem é católico, o texto abaixo é de assustar.
Para quem não é católico. Apenas leia e veja se tem fundamento dentro de sua crença.
(Nota de ArtNow: antes de questionar o que está escrito, lembre-se do que tem acontecido ao mundo nos últimos anos e que os descrentes chamam de aquecimento global e outras baboseiras, vejam as atrocidades que tem sido cometidas ao longo do mundo contra as pessoas indefesas e as crianças)


3º Segredo de Fátima.
Leia até o fim, por favor.
Cabe checar os versículos indicados da Bíblia.
O que é sabido, é que a Igreja Católica, na época, prometeu revelar o terceiro segredo somente após a passagem das datas em questão (pelo menos isso fecha com este texto).

JÁ SE PASSARAM 88 ANOS DESDE A APARIÇÃO DE FÁTIMA!

1) Após o Papa Pio VI, haveria 12 papas que chegariam ao fim de seus papados: João Paulo II era o décimo segundo!

2) O papa que o precederia (o 11º) teria um período muito curto no papado (detalhe: o papado é vitalício): o Papa João Paulo I morreu um mês após ter sido eleito.
3) O 12º Papa teria um longo papado: João Paulo II ficou 27 anos no papado, de 1978-2005. O 3º papado mais longo da história.

4) O sucessor de João Paulo II, segundo a profecia, provocará uma revolução na própria Igreja Católica: (????) (Nota A. N= o texto foi escrito antes do Papa Bento XVI assumir - veja a trajetória desse Papa e a sua tentativa revolucionária de colocar a Igreja nos eixos, culminado com sua abdicação)

A IGREJA DEU PERMISSÃO DE REVELAR O TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA.  (finalmente)

A igreja deu permissão de revelar aos fiéis uma parte da mensagem de Fátima.

Maria, mãe de Jesus,apareceu a três crianças em 1917. Isto foi provado e manifestações extraordinárias ocorreram, sendo testemunhadas por dezenas de milhares de pessoas.

Uma das meninas ainda vivia até recentemente, ela se chamava Lúcia (*Irmã Lúcia), freira que residia enclausurada em um convento na Europa.

A irmã Lúcia deu a conhecer a mensagem primeiramente ao Papa Pio XII que, ao terminar de lê-la, estava tremendo, mas manteve a mensagem em segredo e não a deu ao conhecimento público.

Ao tempo devido, também a leu o Papa João XXIII, que fez a mesma coisa.Eles agiram daquele modo porque sabiam que, quando revelado, isto causaria pânico mundial e desespero.

Agora outra parte é revelada, NÃO PARA CAUSAR PÂNICO, MAS PORQUE AS PESSOAS DEVEM CONHECER ISTO PARA QUE SE PREPAREM. 

A Santa contou a Lúcia: "Veja minha filha, eu mostrei para o mundo o que acontecerá entre os anos 1950-2001.

Os homens não estão pondo em prática os Mandamentos que Nosso Pai nos deu. Satã está dirigindo o mundo, semeando ódio e discórdia em todos lugares.

Os homens fabricaram armas mortais que destruirão o mundo em minutos, ametade da humanidade será horrorosamente destruída, a guerra começará. Contra Roma, haverá conflitos entre ordens religiosas.

Deus permitirá que todos os fenômenos naturais, como a fumaça, o granizo, o frio, a água, o fogo, as inundações, os terremotos, o tempo inclemente, desastres terríveis e invernos extremamente frios, acabem pouco a pouco com a Terra; estas coisas de qualquer maneira acontecerão nas proximidades do ano 2000. Esses que não querem acreditar, agora é tempo, a Mãe Sagrada da humanidade lhes fala. Pratique atos de caridade com seu próximo que necessita; dos que não seamam uns aos outros como meu Filho os tem amado, ALGUNS DESTES, PODERÃO SOBREVIVER, mas Eles quererão ter morrido, milhões destes perderão a vida em segundos. A classe de castigos que estão em frente a nós, na Terra, é inimaginável, e eles virão, não há nenhuma dúvida. Nosso Senhor castigará duramente a quem não creia nele, aos que o rejeitam, e aqueles que não tiveram tempo para Ele. Eu chamo a todos que venham para meu Filho Jesus Cristo; Deus é ajuda para o mundo, mas todo aquele que não der testemunho de fidelidade e lealdade, este será destruído de forma terrível".

O Padre Agustín que reside em Fátima, diz que o Papa Paulo VI lhe deu permissão de visitar a irmã Lúcia, já que ela era monja de clausura, e não podia sair ou receber visitas. O Padre Agustín contou que ela o recebe com de coração partido e lhe falou: ''Padre, Nossa Senhora está muito triste porque quase ninguém se interessou pela profecia dela em 1917; assim os bons têm que caminhar por uma estrada estreita e deste modo, os maus irão por uma estrada larga que os levará diretamente à própria destruição; e se acredite Padre, o castigo virá muito em breve. Muitas almas podem perder-se e muitas nações desaparecerão da Terra. Mas, apesar de tudo isso, se os homens meditarem, rezarem elevarem o término ações boas, o mundo poderá ser salvo. Caso contrário, se os homens insistirem em suas maldades, o mundo humano se perderá para sempre.

Chegou o tempo para todos de transcrever a mensagem de Nossa Senhora para seus familiares, seus amigos, para os amigos deles e para o mundo inteiro. De começar a rezar, de elevar seus espíritos, de fazer penitências e de se sacrificar. Nós estamos a cerca de um minuto do último dia e a catástrofe se aproxima. Devido a isso, muitos que estão afastados se voltarão aos braços da Igreja de Jesus Cristo.

Por fim, todos os países, Inglaterra, Rússia, China etc..., todos os religiosos, os protestantes, os espíritas, os muçulmanos, os budistas e os judeus. Todos regressarão, adorarão e crerão em Deus, em seu enviado Jesus Cristo e em sua Santa mãe.
  • UM HOMEM EM UMA POSIÇÃO MUITO ALTA SERÁ ASSASSINADO E ISTO CAUSARÁ A GUERRA. UMA ARMA PODEROSA CAMINHARÁ ATRAVÉS DA EUROPA E A GUERRA NUCLEAR COMEÇARÁ. 
  • Esta guerra destruirá tudo, a escuridão cairá sobre a Terra durante 72 horas (três dias). Apenas uma terça parte da humanidade sobreviverá a estas 72 horas de escuridão e terror e começará a viver em uma era nova, serão as pessoas boas. 
  • Em uma noite muito fria, 10 minutos antes da meia-noite, UM GRANDE TERREMOTO sacudirá a Terra durante 8 horas. Este será o terceiro sinal de que Deus é quem governa a Terra. Os bons, aqueles que propagarem esta mensagem, a profecia da Santa Mãe Maria anunciada em Fátima, não DEVEM TEMER, não TENHAM nenhum receio. O QUE FAZER? Ajoelhe-se peça perdão a Deus. Não deixe a sua casa e não deixe ninguém estranho entrar. Porque só o bom não estará em poder do mal e sobreviverá à catástrofe. De forma que você deve se preparar e permanecer com vida, como meus filhos que são, lhes darei os seguintes sinais: A NOITE SERÁ EXTREMAMENTE FRIA; SOPRARÃO VENTOS MUITO FORTES; HAVERÁ MUITA ANGÚSTIA E EM POUCO TEMPO COMEÇARÁ UM GRANDE TERREMOTO, QUE FARÁ ESTREMECER TODA A TERRA. 
Em sua casa, feche portas e janelas e não fale com ninguém que não esteja em sua casa. Não olhe para fora, não seja curioso, porque esta é a ira do SENHOR. Acenda velas benditas, porque por três dias nenhuma outra luz se acenderá. O movimento da Terra será tão violento que moverá o eixo da Terra (23 a 20 graus); depois ela regressará à sua posição normal. Então uma escuridão absoluta e total cobrirá a Terra inteira. Todo espírito maligno andará solto, fazendo muito mal às almas que não quiseram escutar esta mensagem de advertência e para aqueles que não quiseram se arrepender. Que as almas benignas cristãs se lembrem de acender as velas santificadas, preparar um altar sagrado com um crucifixo para comunicar-se com Deus através de Seu Filho, e Lhe implorar sua infinita misericórdia. Tudo estará escuro. Então, uma grande Cruz Mística aparecerá no céu, lembrando o precioso preço que o Seu Filho pagou por amor à humanidade e pela nossa redenção.

Na casa a única coisa que poderá dar luz são as VELAS SANTIFICADAS de cera, que uma vez acesas nada poderá apagar até que terminem os três dias de escuridão. Todos também devem ter consigo ÁGUA BENTA (ou magnetizada), que aspergirão pela casa inteira, em especial nas portas e janelas. O Senhor protegerá as propriedades dos eleitos. Ajoelhem-se diante da cruz poderosa do Seu divino Filho, rezem com devoção e depois digam o seguinte:

"OH DEUS, PERDOAI NOSSOS PECADOS, SALVANDO-NOS DO FOGO DO INFERNO E LEVE PARA SEU LADO TODAS AS ALMAS,ESPECIALMENTE AQUELAS MAIS NECESSITADAS DE TUA MISERICÓRDIA". 


Aqueles que acreditam nas palavras acima, levem essa mensagem aos demais.

OS JUSTOS NÃO DEVERÃO TEMER NADA NO GRANDE DIA DO SENHOR. 

Falem com todas as almas agora, enquanto ainda há tempo; os que permanecem calados agora serão responsáveis pelo grande número de almas que se perderão pela ignorância. Quando a Terra já não mais tremer, aqueles que ainda não crerem em Nosso Senhor morrerão horrivelmente. O vento trará gases e os espalhará por toda a parte, não sairá o sol. Pode ser que você viva depois desta catástrofe. Não esqueça que o castigo de Deus é Sagrado e que, uma vez começado, não devem olhar para fora, por qualquer razão, já que Deus não quer que nenhum de seus filhos veja quando castigar os pecadores renitentes.

Tudo isso está nas Escrituras Sagradas, veja no Novo Testamento:

- S. Lucas(Capítulo 21, versos 5:11,12:19, 20:20, 29:33)

- Carta de S. Paulo (Capítulo 3, 8-14).

- O profeta Isaías (cap.40 ,1: 5:9).

Deve-se entender que Deus permitirá que tudo isso aconteça. O Papa e os bispos estão esperando outra mensagem que falará de arrependimento e de oração. Lembre-se sempre que a palavra de Deus não é uma ameaça, mas uma boa notícia.
Por favor, reproduza esta folha e envie isto a quantos você conheça de forma que todos nós tenhamos oportunidade para nos arrependermos e sobreviver. Nós não sabemos se aqueles que estão recebendo esta mensagem acreditam ou não Nele, mas pense que se Deus permitirá que chegue a eles é porque os quer, seja qual for sua religião.

Se você não acredita nesta mensagem, pelo menos a envie para outros, não lhe custa nada, de modo que aqueles que acreditarem, tenha uma oportunidade para decidir por si mesmo.

Lembre-se de que tudo isso pode ser evitado se colocarmos em prática os Dez Mandamentos que Nosso Senhor nos deu. São 10 coisas tão simples que se TODOS nós puséssemos em prática, poderíamos obter Seu perdão.
A Irmã Lúcia, faleceu em 11 de fevereiro de 2005.

Desde os anos 20, já tem sido Alertado que esta profecia seria cumprida após a morte dessa Irmã. 

postado por: IULE CARLA PINHEIRO VARGAS 10:58 AM



O 3º segredo de Fátima

sábado, abril 27, 2013

A CRIAÇÃO DO LULA.


A CRIAÇÃO DO "LULA" NOS CALDEIRÕES DA DITADURA.
Quem controla o Poder?

Não ando muito propensa a escrever. Ando cansada de tantas inverdades e falta de memória dos meus conterrâneos e tenho certeza de que não estou sozinha nessa opinião.
Percebo um movimento que pede a tomada de posição dos Militares contra os desmandos do atual governo e seus aliados. Ora amigos, o Movimento Militar já deu sua resposta em 1980, colocando o Sarney como mediador do governo de transição "democrática".

  • Como participei e vivi, desde meus tempos de estudante, na época da DITADURA, e vivenciei os diversos movimentos populares da época em prol da abertura política, afirmo que todas as "lideranças" surgidas desde então já estavam sendo forjadas nos caldeirões do Poder (seja esse quem for). 
Sobre esta situação é fácil recordar as palavras do sábio Dom João VI em 1821 para o filho D. Pedro, preparando a independência do Brasil: ""Antes seja para ti, que me hás-de respeitar, do que para algum destes aventureiros". E assim foi quando os militares resolveram promover a "Abertura" tão gentilmente e "generosamente" como pensam os leigos e inocentes brasileiros.  A História é cíclica e se repete.

Enfim, pesquisando somente na Internet, apesar de ter livros da época que contam a história de perto, e não ter encontrado algumas provas como a capa de uma Revista ISTO É com um Lula sorridente embarcando para o Japão, isso no governo Geisel, 1975, PLENA DITADURA, quando as viagens para os meros brasileiros estavam sendo coibidas.

Mas, o que eu encontrei parcamente, acredito que já seja o suficiente para os brasileiros reavivam a memória sobre o grande oportunista que o Lula foi e é. E para os que não viveram naquela época, parem de se iludir sobre esses falsos líderes sejam eles da "ditadura" ou da oposição.

  •  O que está acontecendo é o desmantelamento de uma imensa Nação chamada Brasil, a nossa PÁTRIA.

PESQUISAS:

  • Na tomada do Poder pela força, não existem exceções. O governo que está aí nasceu desde a época dos militares. Me lembro perfeitamente bem como o Lula transitava em todos os meios e falava o que queria, enquanto os verdadeiros patriotas eram perseguidos.
  • Cientistas brasileiros forma proibidos de fazer pesquisas, jornalistas só falavam o que convinha ao governo e o incrível é que FAZIAM PROPAGANDA COMUNISTA à VONTADE. Vide Pasquim e outros jornalecos da época. Então onde estava a repressão? A REPRESSÃO ERA CONTRA  AS  pessoas que queriam uma PÁTRIA livre e autônoma.
  • Curto histórico de um Líder forjado: Lula casou-se pela 1ª. vez em 1969, ficando viúvo em 1971. Em 1974, casou-se com Marisa Letícia, CIDADÃ ITALIANA, com 31 anos, também viúva e com um filho, Marcos Cláudio Lula da Silva. Ambos tiveram dois filhos – Fábio Luiz Lula da Silva e Sandro Luiz Lula da Silva. Como dirigente sindical, viajou por todo o Brasil e,em 1975, visitou o JAPÃO, para o "Congresso dos Trabalhadores" da Toyota ( AS VIAGENS ESTAVAM PRATICAMENTE PROIBIDAS PARA O CIDADÃO COMUM). Em 1980, esteve na Nicarágua e na Costa Rica. Viagem à Suécia, Alemanha Ocidental, Itália, França, Espanha e Suíça, a convite das Centrais Sindicais dos Citados Países e  aos ESTADOS UNIDOS por diversas vezes. Em 1980, Lula assumiu a presidência do Partido dos Trabalhadores –PT-. 
  • 28 de março de 1979. A manchete da Revista VEJA anuncia enorme matéria sobre as greves do ABC e a intervenção do governo durante as tensas negociações que se arrastavam já há mais de 15 dias com paralisação dos trabalhadores, e que terminou por afastar o então presidente do sindicato dos metalúrgicos, o "Lula". Vários metalúrgicos foram presos e o "Lula" afastado da presidência do Sindicato (depois de "rezar" com os interventores militares e assinar pela intervenção). (Fotos 1, 2)
  • A HISTÓRICA ENTREVISTA DE LULA FEITA POR MINO CARTA EM 1978
IstoÉ – E a ideologia, Lula, a ideologia? Que tal o socialismo?
Lula – Eu acho que o mundo caminha para o socialismo. Bem, o socialismo democrático na Alemanha é um belo exemplo: 60% dos deputados saem dos sindicatos. Você pega a Suécia, é a mesma coisa. Há tantos exemplos bons por aí.
NÃO ERA SOCIALISTA E NUNCA FOI, não que eu ache que seria "melhor", mas o PT é uma SOCIAL-DEMOCRACIA INTERNACIONALISTA da mais abjeta que hoje entrega o Brasil à terceirização barata e ao Capital Estrangeiro.
Entrevista completa:
http://democraciapolitica.blogspot.com.br/2013/02/a-historica-entrevista-de-lula-feita.html
Foto 1: O Lula aparecia quase sempre na Capa de todas as revistas e jornais. Para o bem e para o mal, "falem mal mas falem de mim".
Foto 2: Lula "orando" com os interventores militares e depois assinando a intervenção no ABC, levemente constrangido, mas partiu leve e solto, enquanto os "cumpanheiros" eram levados presos.
Foto 3: Lula a "ESTRELA SOBE" em plena época da Ditadura.
Foto 4: "ABC não é Canudos" - Nunca foi, foi apenas um palco para a criação do maior engodo da história do Brasil, ou seja, a criação de falsos líderes.
Foto 5: "A criação do Lula" na mão de jornalistas e controladores do poder na America Latina.


O Lula aparecia quase sempre na Capa de todas as revistas e jornais. Para o bem e para o mal, "falem mal mas falem de mim".
Lula "orando" com os interventores militares e depois assinando a intervenção no ABC, levemente constrangido, mas partiu leve e solto, enquanto os "cumpanheiros" eram levados presos.
Lula a "ESTRELA SOBE" em plena época da Ditadura.
"ABC não é Canudos" - Nunca foi, foi apenas um palco para a criação do maior engodo da história do Brasil, ou seja, a criação de falsos líderes.
"A criação do Lula" na mão de jornalistas e controladores do poder na America Latina.

segunda-feira, março 18, 2013

PAPA PIO XII - O Papa que salvou entre 1.300.000 e 1.500.000 pessoas durante a guerra nazista.

EM NOME DA VERDADE - PAPA PIO XII

Foi o único Papa do século XX a exercer o Magistério Extraordinário da Infalibilidade papal – invocado por Pio IX – quando definiu o dogma da Assunção de Maria em 1950 na sua “Constituição Apostólica Munificentíssima Deus”.

A sua vontade era evitar a guerra a todo custo foi a sua primeira preocupação. Pode-se dizer que Pio XII foi um dos principais protagonistas daqueles dias tão carregados de tragédia, porque procurou, com todas as suas forças, evitar a guerra. Tendo adquirido uma grande experiência diplomática, tem ciência de que o espera um dos mais agitados períodos da história.
Na noite de Natal de 1942, condenou a perseguição judia na sua famosa alocução de Natal. Igualmente, em 1943 pronunciou um importante discurso aos cardeais, em que reafirmou a sua condenação da política alemã. Como Bispo de Roma entrou em pessoa, em julho e agosto de 1943, nos populosos bairros de São Lourenço e São Giovanni para trazer conforto para as vítimas dos bombardeamentos anglo-americanos.

Segundo o diplomata e historiador judeu Pinchas Lapide, que foi cônsul em Milão, na sua obra "Three Popes and Jews" (Londres, 1967), "Pio XII, a Santa Sé, os núncios do Vaticano e toda a Igreja Católica teriam salvo de 700.000 a 850.000 hebreus da morte certa, no regime nazista."

Quando, em 10 de Setembro de 1943 os nazistas invadiram Roma, o Papa abriu a Santa Sé aos refugiados, estimando-se que tenha concedido à cidadania do Vaticano para até 1.500.000 de pessoas.

Nos meses em que Roma se encontrava sob ocupação alemã, Pio XII instruiu o clero italiano sobre como salvar vidas usando de todos os meios possíveis. Cento e cinquenta e cinco conventos e mosteiros em Roma deram asilo a aproximadamente cinco mil judeus. Pelo menos três mil encontraram refúgio na residência de verão do pontífice, em Castel Gandolfo. Sessenta judeus viveram por nove meses dentro da Universidade Gregoriana e muitos foram escondidos no subsolo do Pontifício Instituto Bíblico. Seguindo as instruções de Pio XII, muitos padres, monges, freiras, cardeais e bispos italianos empenharam-se para salvar milhares de vidas judias. O cardeal Boetto, de Gênova, salvou pelo menos oitocentas vidas. O bispo de Assis escondeu trezentos judeus por mais de dois anos. O bispo de Campagna e dois de seus parentes salvaram outros 961 em Fiume.

Hitler ameaçou sequestrar Pio XII. O general Karl Otto Wolff, das SS, recebeu ordem para ocupar o mais rapidamente possível o Vaticano, garantir a segurança dos arquivos e dos tesouros artísticos, e "transferir" (ou seja, sequestrar) o Papa, juntamente com a Cúria, para que não caíssem nas mãos dos Aliados e exercessem influência política. De acordo com historiadores, Hitler ordenou o sequestro porque ele tinha medo da possibilidade de Pio XII aumentar e agravar as suas criticas à perseguição judia levada a cabo pelos nazistas. Ele também tinha medo de que a oposição de Pio XII pudesse inspirar mais resistência e oposição à ocupação alemã na Itália e em outros países católicos. Nessa eventualidade, o Papa disse à Cúria que a sua captura pelos nazistas implicaria a sua resignação imediata, abrindo caminho à eleição de um sucessor. Os prelados teriam de se refugiar num país seguro e neutro, provavelmente Portugal, onde iriam restabelecer a liderança da Igreja Católica Romana e eleger um novo Papa.

Como consequência, e apesar do fato de Mussolini e dos fascistas terem cedido à exigência de Hitler de dar início às deportações também na Itália, muitos católicos italianos desobedeceram às ordens alemãs. É sabido que, enquanto cerca de 80% dos judeus europeus encontraram a morte durante a Segunda Guerra Mundial, 80% dos judeus italianos se salvaram.

Em 12 de março de 1944 profere a alocução Nella desolazione, dirigida aos "foragidos da guerra refugiados em Roma e aos habitantes da cidade reunidos na Praça de São Pedro" e em 2 de junho deste mesmo ano em outra alocução: “È ormai passato,” dirigida aos Cardeais repele mais uma vez a guerra. Em 29 de novembro de 1945 recebe no Vaticano oitenta delegados de campos de concentração alemães que foram pessoalmente manifestar o seu agradecimento pela "generosidade demonstrada pelo Santo Padre para com eles durante o terrível período do nazifacismo".

Em 23 de dezembro de 1940 na revista "Time" Albert Einstein afirmava: "Somente a Igreja ousou opor-se à campanha de Hitler de suprimir a verdade. Nunca tive um interesse especial pela Igreja antes, mas agora sinto um grande afeto e admiração porque somente a Igreja teve a coragem e a força constante de estar da parte da verdade intelectual e da liberdade moral"

Posted 11th December 2012 by Rodolfo Soares Barbosa

2013, um ano para recuperar a verdade sobre Pio XII
Gazeta do Povo
Publicado em 30/12/2012 | GARY KRUPP
Como um garoto judeu em Nova York, sempre acreditei que Eugenio Pacelli, o Papa Pio XII, era um colaborador dos nazistas e um ardente antissemita. Disseram-nos que ele se manteve impassível e quase não agiu enquanto 6 milhões de meus irmãos de fé eram enviados para morrer nos campos de extermínio nazistas na Europa. Eu acreditei – mas era verdade?
Em 2006, por uma série de eventos providenciais, os fatos sobre o que ocorreu durante a guerra me foram revelados. Percebi que minha compreensão sobre o Papa da Segunda Guerra Mundial era diametralmente oposta à verdade. Assim, seguindo nossa missão na Fundação Pave the Way – identificar e eliminar obstáculos não teo­­lógicos entre as religiões –, decidimos investigar esse tema controverso e divulgar nossas descobertas, fossem quais fossem.
A Fundação concentrou esforços em identificar todo o material original e dar aos pesquisadores a chance de estudar o tema. Ao longo dos últimos sete anos, publicamos mais de 76 mil páginas de documentos originais em nosso site (www.ptwf.org), incluindo reportagens, material impresso e entrevistas em vídeo sobre o assunto. A evidência é avassaladora em favor de Pio XII e prova que ele, de fato, salvou muitos milhares de vidas.
Alguém pode perguntar: por que essa “lenda negra” nunca foi corrigida em todos esses anos? Afinal, fatos são fatos. Praticamente todo líder judeu ou organização judaica da época elogiou os esforços de Pio XII para salvar vidas de judeus. O Papa recebeu reconhecimento até sua morte, em 1958, e por mais cinco anos depois disso. Como se explica que, em apenas um ano, o mundo inteiro mudou sua opinião sobre Pio XII sem um fio de evidência sequer?
A resposta está na agenda política da máquina de propaganda da União Soviética, que engendrou a mudança entre a opinião pública para atacar Pio XII, inimigo visceral do comunismo, atacar a Igreja Católica e isolar judeus de católicos justo no momento em que a declaração Nostra Aetate, do Concílio Vaticano II, buscava a reconciliação.
Você duvida? Por que não faz uma experiência por conta própria? Examine os arquivos de jornais, procure cada artigo escrito sobre Pio XII e os judeus entre 1939 e 1958. Você não encontrará um texto negativo sequer. Aqueles que realmente viveram durante a guerra e foram testemunhas oculares dos esforços da Igreja Católica sabem a verdade. E o que tornou esses esforços ainda mais heroicos foi o fato de a Igreja agir mesmo cercada por forças hostis e infiltrada por espiões. A Igreja salvou vidas sem se beneficiar da segurança daqueles que, em comparação, estavam em Washington, Londres ou outros lugares e não fizeram nada. Como foi possível?
O historiador judeu Jeno Levai, estudioso da guerra na Hungria, se refere a Pio XII nos seguintes termos: “é uma ironia lamentável que a pessoa que, em toda a Europa ocupada, tenha feito mais que qualquer um para conter esse crime horrível e atenuar suas consequências tenha se tornado o bode expiatório pelas falhas alheias”.
A boa notícia é que estamos vencendo a guerra pela restauração da verdade. Em 1.º de julho de 2012, o Memorial do Holocausto em Jerusalém, o Yad Vashem, reescreveu sua enviesada descrição das ações de Pacelli durante a guerra e a substituiu por um texto equilibrado. Novos livros que vêm sendo publicados, baseados em documentos trazidos à luz recentemente, trazem uma avaliação mais moderada das ações da Igreja e desse Papa tão controverso. Que 2013 seja o ano em que a verdade finalmente vença as mentiras e que a reputação desse grande defensor da humanidade seja recuperada.
Gary Krupp é fundador e presidente da Fundação Pave the Way. Tradução: Marcio Antonio Campos.

sexta-feira, fevereiro 01, 2013

2013, um ano para recuperar a verdade sobre Pio XII - Opinião - Gazeta do Povo

2013, um ano para recuperar a verdade sobre Pio XII - Opinião - Gazeta do Povo

"Praticamente todo líder judeu ou organização judaica da época elogiou os esforços de Pio XII para salvar vidas de judeus. O Papa recebeu reconhecimento até sua morte, em 1958, e por mais cinco anos depois disso.
Mas, a agenda política da máquina de propaganda da União Soviética, que engendrou a mudança entre a opinião pública para atacar Pio XII, inimigo visceral do comunismo, atacar a Igreja Católica e isolar judeus de católicos justo no momento em que a declaração Nostra Aetate, do Concílio Vaticano II, buscava a reconciliação."

"Você duvida? Por que não faz uma experiência por conta própria? Examine os arquivos de jornais, procure cada artigo escrito sobre Pio XII e os judeus entre 1939 e 1958. Você não encontrará um texto negativo sequer. Aqueles que realmente viveram durante a guerra e foram testemunhas oculares dos esforços da Igreja Católica sabem a verdade. E o que tornou esses esforços ainda mais heroicos foi o fato de a Igreja agir mesmo cercada por forças hostis e infiltrada por espiões. A Igreja salvou vidas sem se beneficiar da segurança daqueles que, em comparação, estavam em Washington, Londres ou outros lugares e não fizeram nada. "
Arquivo de Jornais da Época:


Acervo de jornais antigos do Google está aqui.

Gary Krupp é fundador e presidente da Fundação Pave the Way.

sábado, dezembro 01, 2012

Arqueometria e Bens Culturais

Arqueometria e Bens Culturais

Escola de Arqueometria do Rio de Janeiro 2012 (EARJ 2012)
Realizado em 26 a 30 de Novembro de 2012
Rio de Janeiro,RJ – Brasil

A Escola de Arqueometria do Rio de Janeiro (2012),  da UERJ no bairro de Vila  Isabel/RJ, é uma versão brasileira da Scuola Estiva de Archeometria que está na sua 9ª versão e é realizada anualmente na Provincia de Lecce, Itália.
Tem por objetivo propor a estudantes de diferentes formações culturais uma ampla gama de técnicas experimentais que são utilizadas para o conhecimento, restauração e conservação de Bens Culturais.
O foco da Escola é também de ser um local de troca de experiência e de informação entre pesquisadores provenientes de setores diversos através da aproximação integrada entre análise científica e análise estilística, histórica e filológica na ótica da superação da divisão entre essas culturas.
As aulas teóricas são seguidas de demonstrações experimentais destinadas a fixar adequadamente os conceitos e mostrar a utilização das técnicas em aplicações concretas.
O curso conta com a participação dos maiores especialistas nacionais e internacionais das técnicas mais utilizadas no estudo de Bens Culturais.
Aqui no Rio de Janeiro pretendemos organizar a Escola bi-anualmente.

APOIO
FAPERJ
UERJ
CNPq


Viste minha Galeria através do Link Galeria de Arte . Ilustradora